A marca portuguesa CAFÉ NICOLA® transporta consigo mais de dois séculos de história, cultura e tradição, numa ligação profunda a Lisboa e à forma tão portuguesa de viver o café como momento de encontro, conversa e partilha. As suas origens remontam a 1779, no emblemático Café Nicola, no Rossio, espaço que se tornou ponto de encontro de escritores, artistas, políticos e algumas das mais célebres tertúlias da capital, com particular destaque para a presença de Bocage, figura que permanece indissociável da memória do lugar. Desde os primeiros tempos, o estabelecimento dispunha do seu próprio lote de café, preparado a partir de grãos provenientes do Brasil e de São Tomé e Príncipe, construindo uma identidade própria que viria a acompanhar a evolução dos hábitos de consumo em Portugal. O crescimento da procura e a vontade de assegurar um maior controlo sobre as diferentes etapas de produção conduziram, em 1950, à criação da fábrica da Venda Nova, consolidando o percurso da marca e reforçando a sua implantação no mercado nacional. Mais do que uma marca de café, a marca portuguesa CAFÉ NICOLA® representa uma herança feita de conversas à mesa, encontros demorados e pequenos rituais quotidianos que atravessam gerações. O próprio Café Nicola do Rossio conserva uma forte dimensão patrimonial, com elementos arquitetónicos e decorativos que fazem dele uma referência da identidade lisboeta e um dos espaços de inspiração Art Déco mais marcantes da Baixa, testemunho vivo da cultura dos cafés históricos da cidade. Hoje, essa história continua a renovar-se através de diferentes formatos e experiências de consumo, mantendo o café no centro de um gesto profundamente enraizado na cultura nacional. Presente em mais de 25 países e em quatro continentes, a marca leva além-fronteiras uma forma muito portuguesa de viver o café, associada à convivência, à proximidade e ao prazer de estar à mesa. Entre o Rossio de 1779 e as mesas de hoje, permanece uma identidade que sabe a Portugal, feita de memória, convivência e continuidade, e que encontra no café não apenas um produto, mas um ritual de pertença e uma expressão da cultura portuguesa.